Disciplina, uma resposta a Deus!

Muita gente quer ser usada por Deus. Ser um vaso de honra na Casa de Deus. Quer ser considerado um bom servo ou serva. Quer cumprir seu propósito. Quer honrar seu chamado. Porém poucos respondem sim! Ao ler um livro da querida escritora Elizabeth Elliot, essa semana, fiquei impressionada com a maneira pontual dela colocar essa questão diante de mim…Alessandra, você foi chamada? “A disciplina é o sim de todo coração ao chamado de Deus!”” A disciplina é a resposta do crente, ao chamado de Deus.” “Quando me conheço como alguém chamado, convocado, dirigido, tomado de posse, eu ouvi o Mestre. Eu me coloco alegremente plenamente e para sempre à disposição dele, e diante de tudo o que ELE diz, minha resposta é sim!”
Então não adianta dizer que ama a Deus, que é seu servo ou serva, se você não é disciplinado. Porque para responder sim, a Deus, você precisa de disciplina. Forte não é mesmo?
E olha como ela coloca a questão:
“Sou puxada ou atraída pelo chamado de Cristo, assim como a terra é puxada pela força da gravidade. É útil lembrar que a mesma palavra usada para essa força misteriosa também é usada para significar “seriedade” ou “severidade”. É uma força que atrai para um centro. Ao responder a essa força e me mover de acordo com ela, não estou mais sem peso. Eu sou séria, severa, “grave”. A mesma verdade se aplica tanto ao mundo espiritual quanto ao físico. No espaço, os astronautas experimentam a miséria de não ter nenhum ponto de referência, nenhuma força que os atraia para o centro. O esforço de realizar atividades comuns sem a ajuda dessa atração é, muitas vezes, muito maior do que seria em condições normais (tente derramar um copo de água, comer um ovo frito ou girar uma chave de fenda — a água não cairá, o ovo não ficará no garfo, a chave de fenda não girará: você girará). Onde não há “gravidade moral” – ou seja, nenhuma força que nos atraia para o centro – há ausência de peso espiritual. Flutuamos nos sentimentos que nos levarão aonde nunca quisemos ir; borbulhamos com experiências emocionais que muitas vezes tomamos por espirituais; e ficamos cheios de orgulho. Em vez de seriedade, há tolice. Em vez da gravidade, petulância. O sentimentalismo toma o lugar da teologia. Nosso ponto de referência nunca servirá para manter nossos pés sobre rochas sólidas, pois nosso ponto de referência, até que respondamos ao chamado de Deus, somos apenas nós mesmos. “
Então, para responder ao chamado, precisamos de um um ponto de referência constante, que nunca muda, confiável. E se o temos, não há desculpas para não responder sim. E se você responder sim, sua disciplina em seguir as orientações será a prova desse sim… Sem disciplina, não passamos de uma fraude…
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