Jael, uma mulher que não se escondeu atrás da sua realidade.

“Então Jael, mulher de Héber, pegou uma estaca e um martelo e aproximou-se silenciosamente do lugar em que Sísera dormia um sono profundo — porque estava exausto. E Jael cravou a estaca nas têmporas de Sísera. A estaca atravessou a cabeça dele e ficou fincada no chão. E assim ele morreu!”(Juízes 4.21)
Ela estava na sua casa, na sua tenda, cuidando dos seus afazeres, mas não era uma mulher alienada da sua realidade. Ela não estava alheia à sua realidade. Havia uma guerra acontecendo lá fora. Jael sabia quem era Débora, quem era Baraque e quem era o inimigo do povo de Deus.
Hoje há um movimento acontecendo de mulheres que querem se separar totalmente da sua realidade. Não querem se envolver em nada que não diga respeito a sua própria realidade e família. Mas deixa eu te orientar em um aspecto que talvez você não tenha se dado conta: Viver plena e satisfeita no nosso lar não nos liberta de cumprir o chamado de Cristo. O ordinário da nossa vida não é desculpa para se omitir. Há lugar para Déboras, mas Jael é muito necessária também…Não é sobre casas bonitas e vidas tranquilas…É sobre corações que não vivem distraídos. É sobre mulheres que não romantizam a rotina a ponto de esquecerem que tem uma guerra acontecendo.
Jael não saiu da sua realidade, mas também não se escondeu nela.
Às vezes o inimigo vai tentar entrar sem fazer barulho. A guerra estava lá fora, mas o inimigo entrou dentro da casa de Jael. Então, amiga, seu lar também é um campo de batalha. Quando o inimigo sutilmente quiser entrar na sua tenda, seja JAEL.
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