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O Bálsamo de Gileade.

O Bálsamo de Gileade.

De acordo com os registros do historiador Flávio Josefo, a lendária Rainha de Sabá trouxe as primeiras sementes e mudas do Bálsamo de Gileade (Commiphora gileadensis, conhecido também na literatura rabínica como Afarsemon ou Bosem) como um presente de valor incalculável para o Rei Salomão.

Salomão plantou essas mudas nos oásis de Jericó e Ein Gedi, na região do Mar Morto.
A partir dali, a planta transformou-se no maior tesouro agrícola, econômico e espiritual de Israel:

O arbusto produz uma seiva resinosa através de pequenos cortes cirúrgicos no caule.
Gotas puras eram colhidas com lã.
Essa substância era a base do perfume mais caro do mundo antigo que valia até duas vezes o peso do ouro e funcionava como um antídoto poderoso contra venenos, curador de feridas profundas e, principalmente, era o componente principal do óleo de unção sagrada para consagrar os Reis e Sacerdotes de Israel no Templo.
1 dos 11 ingredientes da fórmula.

Com a destruição do Segundo Templo pelos romanos no ano 70 d.C., e as invasões subsequentes nos séculos seguintes, os segredos de cultivo guardados fielmente por agricultores judeus desapareceram.
Tanto pela guerra quanto pelo zelo de não revelar este tesouro.

A planta foi extinta da região, e o solo de Israel passou quase 2 mil anos sem o Bálsamo de Gileade.
Após dois milênios, sementes e mudas genéticas idênticas foram resgatadas e reintroduzidas no deserto israelense.

O grande responsável por essa ressurreição agrícola é o pioneiro Guy Ehrlich, através do seu projeto agrícola e científico focado em restaurar as plantas aromáticas e medicinais da Bíblia.

Essa espécie conecta o Antigo e o Novo Testamento em uma linha contínua de revelação sobre a identidade de Jesus:

No Antigo Pacto, o bálsamo era a marca física da autoridade. Nenhum homem subia ao trono ou exercia o sacerdócio legal sem que o aroma do Bosem estivesse sobre sua cabeça.
Ele apontava para a realeza e o governo.

Quando Jesus manifesta o Seu ministério, Ele se revela não apenas como o Rei ungido, mas como o próprio Bálsamo encarnado.
Jeremias profetizou em dor: “Porventura não há bálsamo em Gileade? Ou não há lá médico?” (Jeremias 8:22).
A resposta silenciosa dos séculos foi respondida em Cristo.

A cura que o bálsamo natural trazia para a carne era apenas uma sombra da cura que a unção de Jesus traria para o espírito humano.

Ele une a autoridade do Rei com a restauração do Médico.
O fato de essa planta ressurgir no solo físico de Israel exatamente no nosso tempo aponta para o mistério de Apocalipse: as folhas da Árvore da Vida servem para a cura das nações. O retorno do bálsamo é um sinal visual e profético de que o tempo da restauração final de todas as coisas começou.

Isso não é apenas botânica.
É um sinal profético para os nossos dias.

Deus está reativando aquilo que o tempo e as crises pareciam ter matado.
O bálsamo que unia a cura da dor com a unção para governar está sendo liberado sobre a nossa geração.

Se você se sentiu esquecido pelo tempo, ou se o seu chamado parecia adormecido pela história, entenda o movimento atual: o que foi perdido está sendo devolvido com maior peso de glória.
Não há deserto que anule o decreto de uma semente que foi desenhada para reinar.

É tempo de cura.
É tempo de reassumir o governo da sua história.
O aroma da restauração está de volta.
O Rei em breve vem.

Para entender de perto esse cumprimento profético, vale a pena assistir a esta reportagem que mostra o arbusto crescendo novamente no deserto de Israel: [Ancient Seed Growing in Israeli Desert]
(https://www.youtube.com/watch?v=75AL4PBWaC8).
E também Israel com Aline:
(https://youtu.be/FT2cgp3fuhg?is=jFcNvKMDH0jIOy4z)

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